Centro de Estudos do Agronegócio
Pesquisa e inovação para impulsionar o agronegócio brasileiro
Conectando o Agro ao Futuro
O Centro de Estudos do Agronegócio (Ceag) conecta ciência, mercado e sociedade para criar e difundir soluções práticas e inovadoras no setor agropecuário. Com foco no equilíbrio entre crescimento econômico e sustentabilidade, nosso trabalho fortalece o agronegócio nacional por meio de pesquisa aplicada, tecnologia e integração de atores estratégicos.
Principais atividades:
- Programas de pesquisa aplicada
- Workshops, seminários e webinars com especialistas do agronegócio
- Casos reais de campo e clínicas de pesca gerenciais
- Publicações técnicas e relatórios para tomada de decisão

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Observatório do Efeito Poupa Terra
Dados e análises sobre produtividade agrícola sustentável
O Observatório do Efeito Poupa Terra é uma plataforma interativa que reúne dados inéditos sobre a eficiência do uso da terra no agronegócio, permitindo comparar estados brasileiros e países em termos de produtividade agrícola para diversas culturas.
Ao acessar o painel, você poderá:
- Explorar ranqueamentos de estados e países, entendendo quem mais se destaca em eficiência;
- Visualizar o indicador EPT (Efeito Poupa Terra), que mostra como diferentes regiões produzem mais com menos terra;
- Consultar notas metodológicas que explicam os critérios e cálculos utilizados;
- Obter uma visão estratégica sobre o impacto da inovação, tecnologia e sustentabilidade no campo.
Preencha o formulário ao lado para acessar gratuitamente os dados completos.

Conhecimento Prático para Desafios Reais
Nossos Cursos In Company oferecem treinamentos personalizados, alinhados às necessidades e objetivos estratégicos da sua organização.
Realizados no local que você preferir, promovem integração, flexibilidade e soluções práticas para o desenvolvimento da sua equipe.
Publicações
Análises de Conjuntura
Inovação tecnológica e produtividade no agronegócio brasileiro: onde estamos e para onde vamos
O agro brasileiro inovou, ganhou produtividade e mudou de patamar: agora enfrenta o desafio de transformar inovação em crescimento sustentado.
Isabela Romanha de Alcantara I Ricardo Harbs
Mercado de exportação de café do Brasil: panorama e perspectivas
Entre recordes de exportação e o impacto do ‘tarifaço’ norte-americano, o café brasileiro enfrenta desafios imediatos e reposiciona estratégias no mercado global.
Isabela Romanha de Alcantara | Ricardo Harbs
2025: um ano de oportunidades para o agronegócio brasileiro
O agronegócio brasileiro inicia 2025 em um cenário desafiador, mas repleto de oportunidades.
Ricardo Harbs | Isabela Romanha de Alcantara
Boletins
Boletim do Agronegócio CEAG
Edição Nº 03 | Setembro de 2026
Isabela Romanha de Alcantara | Ricardo Harbs
Boletim do Agronegócio CEAG
Edição Nº 01 | Março de 2026
Isabela Romanha de Alcantara | Ricardo Harbs
Boletim do Agronegócio CEAG
Edição Nº 02 | Junho de 2026
Isabela Romanha de Alcantara | Ricardo Harbs
05 de agosto de 2026
Parâmetros que influenciam o sucesso de aplicativos móveis no agronegócio
A crescente digitalização do agronegócio impulsionou o desenvolvimento de aplicativos móveis para apoio técnico, gestão produtiva e tomada de decisão no meio rural. Um estudo buscou identificar e analisar os principais parâmetros que determinaram o sucesso dessas soluções, considerando aspectos técnicos, de usabilidade, de mercado e de modelo de negócio. A metodologia adotada foi mista (quanti-qualitativa), de natureza exploratória e descritiva, empregando um estudo de caso múltiplo. Analisaram-se comparativamente seis aplicativos amplamente utilizados no setor, incluindo Plantix, AgroStar, AgriCentral, Climate FieldView, Aegro e Solinftec App. A coleta de dados ocorreu a partir de fontes secundárias, como informações públicas disponibilizadas nas lojas virtuais de aplicativos e materiais institucionais dos desenvolvedores. Os resultados evidenciaram que aplicativos com maior estabilidade técnica, compatibilidade multiplataforma e capacidade de operação em ambientes de conectividade limitada obtiveram melhores avaliações, com notas médias entre 4,4 e 4,6, além de maior engajamento dos usuários. Observou-se que interfaces mais intuitivas e maior facilidade de uso promoveram maior adoção contínua. Adicionalmente, soluções voltadas ao mercado B2B, embora apresentassem menor volume de downloads, demonstraram elevado valor percebido e maior aderência às necessidades específicas do setor. Concluiu-se que o sucesso de aplicativos móveis no agronegócio depende da integração equilibrada entre qualidade técnica, usabilidade e alinhamento estratégico do modelo de negócio, contribuindo significativamente para a geração de valor no contexto da Agricultura 4.0.
João Luiz Rocha Resende
Mayara Ribeiro de Araujo
30 de julho de 2026
Desafios logísticos da cadeia da produção da soja no Maranhão
A produção de soja no Maranhão ganhou relevância no agronegócio brasileiro, impulsionada pela expansão da fronteira agrícola e pela interação com os corredores de escoamento do Arco Norte, o que tornou a logística um elemento central para o escoamento do produto. O trabalho analisou os principais desafios logísticos enfrentados na cadeia de produção da soja no Maranhão, com ênfase na infraestrutura de armazenagem e nos sistemas de transporte utilizados, buscando relacionar dados sobre produção e armazenagem, caracterizar a infraestrutura disponível e identificar desafios de transporte. A pesquisa utilizou dados secundários de instituições oficiais e associações, por meio de pesquisa documental. Verificou-se um crescimento de 131,99% na produção de soja entre as safras 2014/15 e 2024/25, enquanto a capacidade de armazenagem cresceu 51,69% no mesmo período. Observou-se uma correlação positiva e significativa entre produção e capacidade de armazenagem (r=0,71; p=0,014; R2=0,50), mas a razão armazenagem/produção foi inferior a 100% após a safra 2019/20, indicando um déficit de armazenagem no estado. O modal rodoviário predominou em rodovias precárias, apesar do potencial ferroviário. As exportações de soja do estado atingiram 5.054 mil t em 2025, com 71,6% destinadas à China via Porto do Itaqui. Concluiu-se que investimentos em armazenagem, manutenção rodoviária e intermodalidade são essenciais para a competitividade da soja maranhense no cenário nacional.
Fernanda Karollyne Saboia do Nascimento
Edson Pereira da Mota
23 de julho de 2026
Motivação e desafios na prospecção de clientes no segmento do agronegócio em instituições financeiras
O agronegócio possui relevância estratégica na economia brasileira, exigindo das instituições financeiras uma atuação qualificada na prospecção de clientes. Nesse contexto, investigou-se os fatores que influenciam a motivação e o desempenho de profissionais de vendas em instituições financeiras que atuam no segmento do agronegócio, com foco nos desafios da prospecção e nas estratégias organizacionais para o engajamento e a efetividade comercial. A pesquisa, de natureza aplicada e abordagem quanti-qualitativa descritiva, foi desenvolvida por meio de um levantamento com 40 profissionais de instituições financeiras no município de Cabreúva, São Paulo. Os dados foram coletados por questionário estruturado e analisados com estatística descritiva. Os resultados revelaram o predomínio da motivação intrínseca, ligada à competência, propósito e satisfação, sobre a extrínseca. Identificou-se que o reconhecimento organizacional apresentou a menor média entre os fatores avaliados, indicando lacunas em feedback e valorização. A prospecção no agronegócio mostrou-se desafiadora, caracterizada por burocracia, necessidade de construção de confiança, centralidade do relacionamento presencial e limitações na adoção de ferramentas digitais. Concluiu-se que o desempenho satisfatório dos profissionais é sustentado pela motivação intrínseca e adaptação às demandas do setor, mas requer maior suporte institucional para sua sustentação a longo prazo.
Caroline Chamba Domingos
Mayara Ribeiro de Araujo
Equipe
Coordenação
Pesquisadores

Isabela Romanha de Alcantara
Coordenadora
Administradora. Doutora em Economia Aplicada pela ESALQ/USP. Orientadora e monitora em curso de especialização (Lato Sensu) da ESALQ/USP.
Linhas de Pesquisa
Parcerias

